segunda-feira, 20 de setembro de 2010





Uma lágrima salgada
No meu olho nasceu,
Desceu pela face rosada,
Na minha boca desapareceu.


Nos meus labios se escondeu,
Nunca mais foi encontrada,
A lágrima que do meu olho desceu,
Deixando minha face salgada.

Com a saliva se misturou,
Numa fúria louca de paixão,
Desce logo desabrochou,
Uma enorme confusão.

Estranha história de amor,
Desde logo se produzio,
No meu olhar nasceu uma flor,
E minha boca sorriu.

Vivendo anciosos meus labios,
Por lagrimas de alegria provar,
Desde que apareçam lábios sábios,
Que façam meus olhos de alegria chorar.

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